CUIABÁ

POÇO SEM FUNDO

Chefe de Gabinete de Vereadora de Cuiabá é alvo de investigação por esquema de R$ 22 milhões

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), deflagrou nesta quinta-feira (8) a Operação Poço Sem Fundo, que investiga um esquema milionário de corrupção envolvendo a perfuração de poços artesianos em diversos municípios do estado. Um dos alvos da ação é Rafael Francisco Pinto, chefe de gabinete da vereadora Baixinha Giraldelli (PSDB), de Cuiabá.

De acordo com informações obtidas pelo Portal O Documento, Rafael Pinto, que ocupa cargo comissionado na Câmara Municipal, recebe salário de R$ 12 mil, além de verba indenizatória. Os dados constam no Portal da Transparência.

 

A operação também teve como alvos o ex-deputado estadual Wagner Ramos e Juliano Jorge Pereira, ex-presidente da Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat). Ambos são suspeitos de envolvimento em fraudes nas obras de perfuração de poços artesianos, que, segundo as investigações, foram executadas com sobrepreço, baixa qualidade e sem a devida fiscalização.

O inquérito aponta que recursos públicos eram desviados por meio de contratos direcionados a empresas específicas, que pagavam propina em troca da execução das obras. Em muitos casos, os poços sequer atendiam às necessidades básicas das comunidades onde foram instalados.

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A Operação Poço Sem Fundo cumpriu mandados de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande e outras cidades do interior. Documentos, equipamentos eletrônicos e materiais diversos foram recolhidos e serão analisados pela perícia.

Até o momento, a vereadora Baixinha Giraldelli não se pronunciou sobre o envolvimento de seu assessor direto na operação. O Ministério Público do Estado (MPMT) segue com as investigações para identificar outros possíveis envolvidos e determinar a extensão total do prejuízo aos cofres públicos.

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Polícia Civil prende casal suspeito de acessar dados e aplicar golpes com links fraudulentos

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Uma estudante de direito de 20 anos e seu namorado, de 22, foram presos em flagrante pela Polícia Civil nesta segunda-feira (1), em Tangará da Serra. O casal é suspeito de aplicar golpes utilizando perfis falsos de agentes bancários para obter dados pessoais de vítimas e direcioná-las a links fraudulentos. A prisão aconteceu durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão.

Segundo as investigações, o casal enviava mensagens se passando por funcionários de bancos ou por representantes de programas de pontos de cartões, com o objetivo de acessar contas bancárias e realizar operações indevidas. As últimas tentativas de golpe ocorreram poucas horas antes da chegada da equipe policial.

A jovem cursa o sexto semestre de direito e atuava como estagiária no Fórum de Tangará da Serra. Após denúncias, a Polícia Civil iniciou as apurações há cerca de 30 dias, identificando indícios de envolvimento da estudante com atividades ilícitas. A discrepância entre sua renda, estimada em cerca de R$ 2 mil, e os bens que utilizava, como veículo de alto valor, motocicleta importada e celular de última geração, chamou a atenção dos investigadores.

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Durante o cumprimento do mandado, foram apreendidos seis celulares, um notebook, chips e dinheiro em espécie. O casal foi conduzido à delegacia, ouvido e autuado por estelionato qualificado. O delegado responsável pelo caso, Ivan Albuquerque Soares, representou pela conversão das prisões em flagrante para prisão preventiva. Ambos permanecem à disposição da Justiça.

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