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ELEIÇÕES 2026

Da favela ao parlamento: Oruam prepara candidatura à Assembleia do Rio

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O cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido artisticamente como Oruam, deve disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) nas eleições de 2026. A informação foi confirmada por familiares do artista nas redes sociais e marca a estreia do rapper no cenário político fluminense.

Natural do Rio de Janeiro, Oruam estudou Psicologia na Universidade Estácio de Sá, mas abandonou o curso no quarto período para seguir carreira na música. O artista se tornou um dos principais nomes do trap nacional, acumulando milhões de visualizações em plataformas digitais e transformando suas vivências nas comunidades cariocas em letras de forte impacto social.

A entrada de Oruam na política representa uma nova fase de sua trajetória. Ele pretende defender pautas ligadas à juventude, cultura periférica, oportunidades no mercado da música e inclusão social — temas já presentes em sua obra.

Embora o partido ainda não tenha sido confirmado, fontes próximas afirmam que o projeto político já está em construção e deve ser anunciado oficialmente nos próximos meses.

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Para analistas e fãs, a candidatura pode mobilizar jovens eleitores e reacender o debate sobre representatividade e o papel dos artistas na política brasileira.

Reconhecido como ícone da nova geração do trap, Oruam coleciona hits, parcerias e prêmios, sendo um dos artistas mais ouvidos nas plataformas digitais. Agora, ele quer levar a força da periferia para o plenário, transformando o discurso das ruas em propostas concretas.

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Médica depõe no 24º DIP após morte de criança em hospital de Manaus

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A médica Juliana Brasil Santos, que prescreveu adrenalina intravenosa ao menino Benício Xavier no Hospital Santa Júlia, prestou depoimento na manhã de sexta-feira (28) no 24º Distrito Integrado de Polícia, no Centro de Manaus. A criança não resistiu.

Acompanhada por seu advogado, Juliana chegou ao distrito usando roupas brancas e com o rosto coberto. Ela não falou com a imprensa e entrou rapidamente na unidade policial.

A técnica de enfermagem responsável pela aplicação da medicação também esteve no 24º DIP para ser ouvida.

O delegado Marcelo Martins, que conduz o caso, solicitou a prisão preventiva da médica sob suspeita de homicídio com dolo eventual. O pedido foi negado.

Um vídeo do momento foi publicado pela página Vanguarda do Norte.

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